Jovens depõem no DHPP sobre morte no hotel da Aeronáutica

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As jovens Monique Freitas da Silva e Mércia Cristina Vieira da Silva depõem esta tarde sobre a morte da colega Monique Valéria de Miranda, de 20 anos. Os depoimentos acontecem na sede do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP). O delegado Igor Leite, que apura o caso, deve ouvir ainda hoje os pais das duas jovens que estavam no quarto do Hotel de Trânsito dentro do parque de materiais da Aeronáutica, no bairro do Ibura, onde Monique foi morta com um tiro de pistola 9 mm no rosto.

Monique Freitas confessa ter efetuado o tiro acidental que matou a colega. O crime aconteceu durante um encontro às escondidas com soldados da Aeronáutica, com bebida alcoólica e exibição de armas.Em entrevista exclusiva concedida ontem aos Diarios Associados, ela disse saber que tem culpa, mas que essa culpa também é dos soldados que forneceram as armas. Abalada, Monique enfatizou que não queria matar a amiga, de quem gostava muito, e que jamais iria ao quartel se soubesse o que aconteceria naquele dia.

Dentro de uma suíte do hotel de trânsito, com um frigobar cheio de bebidas, as jovens começaram a tirar fotos no celular com armas em punho. "Não sabia que ele ia me dar uma arma cheia de bala. A agente começou a brincar. Ela tava bem na minha frente e caiu no chão. Joguei a arma. Ele pegou a arma e todos saíram correndo. Não ficou nenhum. A gente começou a gritar que se eles não ajudassem ela, a gente ia fazer um escândalo", lembrou.

A jovem disse ainda que o soldado dono do carro usado para prestar socorro à vítima relutou em dar as chaves dos veículo e se recusou a dirigir. "Nem o corpo da menina ele quis pegar". Ela também relatou ameaças: "Ele disse que não era para contar se não ia ser tudo presa."

A Aeronáutica está realizando uma investigação paralela à do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para apurar a morte da jovem. Os três soldados que estavam com Monique foram presos em flagrante por abandono do posto de serviço, enquanto um inquérito foi aberto para investigar como a jovem e duas colegas dela tiveram acesso ao quartel. Os soldados, cujos nomes não foram revelados, tinham mais de dois anos de corporação.

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NASA divulga descoberta de substâncias do DNA em meteoritos no espaço

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A agência espacial americana, a Nasa, divulgou que seus pesquisadores encontraram provas de substâncias relacionadas ao DNA em meteoritos no espaço. Tais meteoritos foram criados no próprio espaço, ao contrário do que se imagina que teria acontecido uma contaminação da própria Terra. Ao contrário disso, os pesquisadores da NASA acreditam que pedaços prontos do espaço vieram parar na Terra por meio dos próprios meteoritos e cometas.

De acordo com um dos pesquisadores da NASA, Michael Callahan do Centro Espacial Goddard, afirmou que “componentes de DNA vêm sendo descobertos em meteoritos desde os anos 1960, mas pesquisadores tinham dúvidas se eles eram realmente criados no espaço ou se vinham por contaminação de vida terrestre. Pela primeira vez, temos provas nos dão a certeza de que estes compostos de DNA foram de fato criados no espaço.” O estudo anunciando a descoberta foi divulgado na segunda-feira (08) na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

A quantidade de meteoritos analisados pela NASA foi de 12 unidades, sendo que nessa última pesquisa foram descobertos nucleotídeos, os quais fazem parte da espiral do DNA. Estes são os responsáveis por informarem às células quais são as proteínas que devem ser produzidas. Além dos nucleotídeos, outras três moléculas foram identificadas, sendo que duas nunca foram registradas na biologia da Terra.

Agora, os pesquisadores acreditam que uma nova classe de meteoritos pode conter características básicas e essenciais para produzir o próprio código humano. Além disso, as bases encontradas com essa descoberta só poderiam ser produzidas por reações químicas em laboratório, o que garante que não houve contaminação.


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EUA endurecem discurso contra presidente da Síria

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WASHINGTON — Os Estados Unidos estiveram novamente nesta quarta-feira perto de pedir explicitamente que o presidente da Síria, Bashar al Assad, deixe o poder, mas em vez disso disseram que esse país seria um "lugar melhor" sem ele.

"Uma transição democrática seria o melhor para a Síria, a região e o mundo, e pretendemos ajudar o povo sírio a conseguir a dignidade e a liberdade que pediram e pela qual tanta gente morreu", declarou o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney.

Washington endureceu ainda mais sua posição, depois que a repressão contra os manifestantes deixou 2.000 mortos, após anunciar novas sanções contra o Banco Comercial da Síria, o maior do país e de propriedade estatal.

A contínua escalada na retórica americana contra Assad, incluindo uma advertência que agora constitui uma fonte de instabilidade na região, alimentou as espectativas de que a administração do presidente Barack Obama pedirá em breve sua saída.

Mas nesta quarta-feira, a Casa Branca manteve a formulação teórica que adotou na semana passada e sustentou que a Síria será "um lugar melhor" sem Assad e que o presidente perdeu sua legitimidade.

"Estamos trabalhando com nossos parceiros internacionais para nos assegurar de que se mantenha e se aumente a pressão", afirmou Carney, assegurando que o isolamento cada vez maior de Assad com o distanciamento de países árabes-chave não era algo "fortuito", mas produto da diplomacia americana.


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Notícias » Mundo » Europa » Europa Mais de 800 pessoas são detidas em Londres durante distúrbios

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Londrinos tentavam voltar ao movimento normal após noite de distúrbios. Foto: Cynthia Vanzella/Especial para Terra

A polícia metropolitana deteve 805 pessoas em Londres devido a onda de violência e saques registrada desde sábado passado no bairro de Tottenham, enquanto 251 deles já foram acusados formalmente. A ministra de Interior britânica, Theresa Mai, ordenou a suspensão das permissões de todos os agentes para enfrentar as desordens públicas em várias cidades da Inglaterra, que completaram na terça-feira sua quarta noite consecutiva.

"Pôr o máximo número de policiais nas ruas deve ser uma prioridade nas zonas afetadas", disse Mai durante uma reunião com comandantes policiais. Cerca de 16 mil policiais foram mobilizados nas ruas de Londres, onde se registraram três noites de distúrbios, enquanto a violência afetou outras cidades da Inglaterra como Manchester, Birmingham e Liverpool.

Em Birmingham, três muçulmanos de origem asiática de 21, 30 e 31 anos, dois deles irmãos, morreram após serem atropelados por um veículo quando tentavam evitar saques nas lojas, segundo testemunhas. Um homem de 32 anos foi detido e está sendo investigado pela Polícia sob suspeita de assassinato, enquanto líderes locais advertiram do risco de um conflito entre comunidades de diferentes raças dessa cidade.

Durante uma visita a Birmingham, o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, qualificou a morte dos três jovens de "terrível", enquanto o pai do mais novo deles, Tariq Jahan, pedia o fim da violência. "Não é uma questão de raças. Perdi meu filho. Negros, asiáticos e brancos, todos vivemos na mesma comunidade", afirmou.

Além disso, a polícia deteve 113 pessoas na região de Manchester, 50 pessoas em Liverpool, 163 em West Midlands e 109 delas em Birmingham.

Violência no Reino Unido
No início da noite de sábado, 6 de agosto, manifestantes iniciaram protestos em Nottingham, no norte de Londres, motivados pelo assassinato de um homem de 29 anos e pai de família, 2 dias antes, pela polícia. Os protestos logo se desenvolveram em uma onda de violência que se arrastou noite adentro, quando grupos depredaram lojas e incendiaram carros, dando início ao pior episódio de violência urbana da história recente londrina.

Os tumultos diminuíram na manhã de domingo, mas ganharam nova força nos dias seguintes, irradiando para diversos bairros londrinos e até mesmo para outras cidades, como Manchester, Liverpool e Birmingham. A intensidade da violência levou centenas de policiais às ruas para conter os levantes. O premiê britânico, David Cameron, e o prefeito de Londres, Boris Johson, condenaram os tumultos, pelos quais mais de 650 pessoas já foram presas e uma morreu.

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Cai aprovação do governo Dilma, aponta CNI/Ibope

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A pesquisa CNI/Ibope, divulgada na manhã desta quarta-feira (10), apontou queda na avaliação pessoal da presidente Dilma Rousseff e, simultaneamente, queda na avaliação positiva de diversas áreas do governo.


A aprovação da forma como Dilma comanda o país passou de 73% na pesquisa divulgada em abril para 67%. Com isso, a taxa de desaprovação subiu de 12% para 25% no mesmo intervalo.


A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.


SETORES


O levantamento verificou aumento do índice de desaprovação do governo em setores específicos. A insatisfação com relação aos impostos passou de 53% em abril para 69%. A desaprovação com o combate à inflação também subiu, partindo de 42% em abril para 56%.


No combate ao desemprego, a taxa dos que desaprovam as políticas governamentais passou de 35% em abril para 47%. Na saúde (aumento do índice de desaprovação de 53% para 69%), educação (43% para 52%), e segurança pública (49% para 65%) também houve variação negativa significativa.


Paralelamente a isso, a confiança na presidente Dilma caiu. Dos entrevistados, 65% disseram confiar na presidente (o índice anterior era de 74%). Com isso, aumenta a taxa dos que não confiam (de 16% em abril para 29%).


No mesmo intervalo considerado de tempo, mais que dobrou o percentual dos entrevistados que consideram o governo Dilma pior que o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (de 13% para 28%).


Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, afirmou que a aprovação pessoal da presidente Dilma e do governo petista ainda é "bastante elevada", comparada aos índices verificados nos governos de Lula e do tucano Fernando Henrique Cardoso.


"Houve, sem dúvida, um pequeno recuo com relação ao levantamento anterior. O momento de março é especial, com a entrada de uma nova administração, momento em que há todo um conjunto de avaliações favoráveis", ponderou.


De acordo com Branco, a avaliação é de que houve um "ajuste de expectativas". "O eleito sai com uma popularidade muito associada à sua vitória eleitoral. Ele decola de um nível muito alto", diz. "[A pesquisa] não mostra a deterioração do serviço de saúde ou da carga tributária, mas a percepção do entrevistado de que não mudou [a situação do país], quando ele tinha a expectativa de que mudaria."


Não é possível dizer com base na pesquisa, continua Branco, que as crises políticas ou as ameaças econômicas tenham influenciado na mudança na avaliação do governo petista. Isso apesar de os entrevistados terem indicado percepção da mudança na política de juros e dos escândalos políticos.


NOTÍCIAS


O levantamento mostrou um aumento na percepção de notícias desfavoráveis sobre o governo (de 7% para 25%).


Espontaneamente, os assuntos mais lembrados sobre o governo Dilma foram a crise no Ministério dos Transportes (21%) e na Casa Civil (14%), seguida pela decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que liberou a união estável para casais do mesmo sexo (7%).


A pesquisa foi realizada em todo o Brasil entre 28 e 31 de julho. Assim, a polêmica em torno dos ministérios da Agricultura e Defesa não foi abarcada pelo estudo.

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Pezão: atuação policial 'evoluiu' em relação à do ônibus 174

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 . Foto: Jornal do Brasil

O vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, elogiou nesta quarta-feira a atuação da polícia na perseguição dos sequestradores de um ônibus, na noite de terça-feira, no centro do Rio de Janeiro. Para ele, foi uma "evolução" a abordagem dos policiais, que atiraram no ônibus em movimento. "A maioria dos tiros foi nos pneus, na frente e atrás das rodas. Acho que a polícia fez um bom trabalho. Foi uma evolução, comparado ao que ocorreu na época do ônibus (da linha) 174", disse, ao lembrar do sequestro de um coletivo, em 2000, que terminou com o seqüestrador e uma passageira morta.

Em 12 de junho de 2000, Sandro do Nascimento sequestrou um ônibus e manteve os passageiros reféns por mais de quatro horas, antes de descer usando uma mulher como escudo. Ao tentar atingir o sequestrador, um policial baleou a refém de raspão. Nascimento, então, disparou mais três tiros contra a professora, que morreu. Preso, ele foi retirado do local com vida dentro de um camburão, mas chegou morto por asfixia ao hospital.

Pezão e o governador, Sérgio Cabral (PMDB), participaram hoje do 2º Congresso Fluminense de Municípios, no Píer Mauá, no centro do Rio. Cabral, no entanto, não quis se pronunciar sobre o assunto com a imprensa.

Perguntado se a polícia errou ao fazer disparos em uma das vias mais movimentadas do Rio, a avenida Presidente Vargas, Pezão rebateu a tese e disse que pior teria sido se tivessem deixado os sequestradores fugirem. "O ônibus sairia, iria embora e ninguém pegava. Tem de atirar para parar o ônibus."

Hoje, o comandante da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte, disse que os PMs que atuaram no sequestro quebraram o protocolo da instituição. Segundo ele, os policiais não deveriam ter atirado no coletivo. "A ação poderia ter um desfecho trágico, lamentamos as pessoas feridas. Mas em meio aos acertos, temos erros também. Poderia ter sido muito pior, vamos rever nossa situação. Se tem pessoas feridas inocentes é porque teve erros", disse.

Feridos
Entre os cinco baleados durante o assalto, três permanecem internados no Hospital Municipal Souza Aguiar. O caso mais grave é o de Liza Monica Pereira, que foi baleada no tórax e está em estado grave, com fraturas na costela e na clavícula e uma contusão no pulmão. Ela está no Centro de Terapia Intensiva do hospital e não há previsão de alta.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, Alcir Pereira, 56 anos, foi atingido no pescoço e está em observação na enfermaria. O estado de saúde dele é estável. Já Fabiana Gomes da Silva, 30 anos, levou um tiro perto da região do glúteo e passa bem. No entanto, também não há previsão de alta para eles. Um outro homem foi atingido de raspão na perna e já foi liberado do hospital.

Um policial também ficou ferido. Atingido na perna, ele segue internado no Hospital Central da Polícia Militar. Entre os reféns, 11 saíram ilesos na operação.

O sequestro
O ônibus com itinerário Praça XV-Duque de Caxias, Baixada Fluminense, foi cercado pela polícia na pista sentido Praça da Bandeira, na altura do Sambódromo. Quando o ônibus parou no ponto, os criminosos entraram e pagaram a passagem. O motorista desconfiou e, no ponto seguinte, conseguiu fazer sinal para dois policiais e aproveitou para fugir.

Um dos presos pelo crime é sobrinho do líder da facção de traficantes Comando Vermelho, Fernandinho Beira-Mar, apontado com um dos criminosos mais perigoso do País. Segundo a delegada assistente da 6ª Delegacia de Polícia (DP) da capital fluminense, Tânia Burlandi, Jean Júnior Costa Oliveira confirmou ser filho de uma das irmãs de Beira-Mar.

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ustiça questiona PF sobre uso de algemas em ação

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O ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, determinou hoje que o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Leandro Coimbra, preste informações "em caráter de urgência" sobre o uso de algemas na Operação Voucher. A PF prendeu ontem 35 pessoas envolvidas em denúncias de corrupção no Ministério do Turismo, comandado pelo PMDB. A ação aumentou o mal-estar entre o PT e o PMDB, os dois principais partidos da base de sustentação da presidente Dilma Rousseff no Congresso.

No Palácio do Planalto, a ação da PF foi considerada "atabalhoada" e "exagerada". Na lista dos presos está o secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva da Costa. Mário Moyses, ex-secretário executivo da pasta e ex-presidente da Embratur, também foi detido. Moyses é ligado à senadora Marta Suplicy (PT), pré-candidata do PT à Prefeitura de São Paulo. Aliados dela deram conotação política ao episódio.

No memorando expedido hoje, Cardozo pede esclarecimentos à PF sob o argumento de que os direitos individuais e os princípios de Estado de Direito devem ser respeitados. "Caso constatada qualquer infração às regras em vigor, determino a abertura imediata dos procedimentos disciplinares cabíveis, informando-se de pronto a este gabinete as ocorrências", escreveu o ministro da Justiça.

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